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Vídeo: Moro, pedágio e Copel na disputa pelo Paraná
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Vídeo · Código República

Moro, pedágio e Copel na disputa pelo Paraná

RaiRaisLife2 de maio de 2026 · atualizado em 3 de outubro de 2026

Em maio de 2026, o senador Sergio Moro, então pré-candidato ao governo do Paraná, passou a falar mais de infraestrutura em entrevistas e viagens pelo estado: pedágio, rodovias e a Copel, a companhia de energia. Em 5 de maio, o Jornal de Beltrão registrou sua passagem por Francisco Beltrão, no sudoeste, onde ele falou sobre rodovias. O canal Código República analisou essa mudança de foco em vídeo publicado em 2 de maio de 2026, que deu origem a este post.

Moro se filiou ao PL em 24 de março de 2026, segundo o Poder360 e a Gazeta do Povo, e teve a candidatura ao governo oficializada em convenção do partido em 1º de agosto, segundo O Globo. Até então, sua imagem pública estava ligada sobretudo à Operação Lava Jato e ao período como ministro da Justiça.

Por que o pedágio pesa no Paraná

O tema tem história. Durante 24 anos, o Anel de Integração cobrou pedágio em 27 praças do estado. As concessões terminaram em 28 de novembro de 2021, quando as últimas cancelas foram liberadas, segundo o G1 e o portal Estradas.

O novo modelo dividiu as rodovias em lotes, leiloados na B3. Em 23 de outubro de 2025, segundo a ANTT e a Agência Brasil, o lote 4 foi arrematado com desconto de 21,3% na tarifa e previsão de R$ 18 bilhões em investimentos. O lote 5 foi a leilão em 30 de outubro, segundo a Gazeta do Povo.

Segundo a análise do canal, Moro afirmou que o paranaense pagou caro demais no modelo anterior e recebeu menos obras do que deveria. O portal não localizou a entrevista em veículos jornalísticos, por isso a ideia aparece aqui como paráfrase atribuída ao vídeo.

Copel e energia

O governo do Paraná deixou o controle da Copel em agosto de 2023, quando vendeu ações na B3 e a empresa passou a ser uma corporação sem acionista controlador, segundo a Gazeta do Povo. A empresa voltou ao centro da campanha no debate da RPC entre os candidatos ao governo, em setembro de 2026: segundo o portal Paraná Central e a Gazeta do Paraná, Moro, Sandro Alex e Requião Filho divergiram sobre a companhia.

No vídeo, segundo o canal, Moro liga energia e estradas a uma agenda de competitividade, com a promessa de atrair indústria e empresas. O portal não encontrou registro jornalístico dessa parte da fala e, por isso, não a detalha.

O que dizem os adversários

A candidatura de Moro dividiu a direita paranaense. Dois dias depois da filiação, O Globo noticiou que o PL perdeu 48 prefeitos no estado, e a CNN Brasil informou que esses prefeitos declararam apoio ao governador Ratinho Junior (PSD). No debate da RPC, Sandro Alex e Requião Filho apresentaram posições diferentes das de Moro sobre a Copel, segundo a cobertura citada acima.

O que vem a seguir

As propostas registradas de cada candidato estão no sistema DivulgaCandContas, do TSE. Para pedágio, os contratos e o cronograma de obras de cada lote podem ser consultados nos sites da ANTT e do governo do Paraná. É a melhor forma de comparar promessa com o que já está assinado.

Referências

Texto informativo, com informações conferidas com as fontes citadas. Publicado originalmente em 2 de maio de 2026; revisado em outubro de 2026.

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