Você sabia? Forma comum de preparar o arroz pode oferecer danos à sua saúde!

Estudo descobriu vestígios de arsênico no arroz, elemento químico associado ao câncer e à diabetes.

Sim, é isso mesmo… De acordo com uma nova pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Queens, no Reino Unido, a forma como você prepara o arroz, da maneira mais simples que possa ser, aliás, pode prejudicar sua saúde!

O pesquisador do assunto, Andy Meharg, professor da universidade, explica que a forma mais comum e simples de preparo do arroz consiste em cozinhar os grãos em água fervente, até que todo o líquido evapore, e isso deixa vestígios de arsênico no alimento, e esse elemento químico é associado a uma série de doenças, como por exemplo, o câncer e a diabetes.

O arsênico é encontrado, naturalmente, no solo, e por ter níveis tóxicos tão baixos não causam preocupação às autoridades. Entretanto, mesmo em pequenas quantidades, o arsênico pode infectar o alimento.

Além disso, o fato do arroz ser cultivado em plantações inundadas facilita a contaminação dos grãos. De acordo com dados do estudo, o arroz tem cerca de 10 a 20 vezes mais arsênico do que outras culturas de cereais! (OMG! 😯 )

“A única coisa que posso comparar (com o ato de comer arroz) é fumar. Se você fuma um ou dois cigarros por dia, seus riscos serão muito menores do que os riscos de uma pessoa que fuma 30 ou 40 cigarros diariamente. Depende da dose, quando mais você comer, maior é o risco”, comentou o pesquisador, Andy Meharg.

Ele afirma que sua preocupação em relação à infecção dos alimentos é a quantidade de arroz ingerida por bebês e crianças: “Sabemos que os baixos níveis de arsênico podem impactar o desenvolvimento imunológico, o crescimento e o desenvolvimento do QI”, afirmou ele.

Em 2014, a Food and Drug Administration, a agência que regula medicamentos e alimentos nos EUA, divulgou uma pesquisa mostrando que os níveis de arsênico em mais de 1.300 amostras de arroz não oferecem risco imediato ou no curto prazo para a saúde. Entretanto, a organização continuará investigando se o consumo poderia causar doenças crônicas.

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A pesquisa não aponta a necessidade de parar de consumir arroz, mas sim, a importância de compreender os efeitos desse elemento químico.

Para ficar parcialmente livre do arsênico, o pesquisador sugere duas outras maneiras de cozinhar o alimento:  usando uma proporção de cinco partes de água para uma parte de arroz, e ainda tirar o excesso de água, pois,  desta forma, os níveis do produto tóxico foram quase reduzidos pela metade.

Já a segunda consiste em deixar o arroz de molho durante a noite, e depois drenar a água, diminuindo assim o grau de toxina em 80%.

Na dúvida, é melhor evitar.. não é?!

Com informações Minhavida.com


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