Especialidades médicas mais bem pagas no Brasil e no mundo.

Dentre mais de 50 especialidades médicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) brasileiro, saiba quais são as que possuem os melhores salários da área médica.

Saber as especialidades médicas mais bem pagas pode ajudar o futuro profissional a escolher ou reafirmar seu caminho. Claro que quando a remuneração e a paixão encontram-se, é ai que estão os maiores rendimentos.


Então avaliar como o mercado enxerga a profissão médica e suas especialidades é muito importante para os futuros e atuais profissionais.

Especialidades médicas mais bem pagas nos Estados Unidos

Nos Estados Unidos, as especialidades médicas mais bem pagas possuem um ranking mais atualizado, os dados são de 2016. Segundo o site Medscape.

Para a pesquisa, os médicos foram convidados a fornecer sua compensação anual para atendimento ao paciente. Para os médicos empregados, a compensação de assistência ao paciente inclui salário, bônus e contribuições para participação nos lucros. Para os associados a empresas, isso inclui lucros após impostos e despesas de negócios dedutíveis, mas antes do imposto de renda.

Os três principais assalariados este ano são ortopedistas (US $ 443.000), cardiologistas (US $ 410.000) e dermatologistas (US $ 381.000). Ortopedistas e cardiologistas foram números um e dois no ano passado, bem como suas remunerações ficaram em $ 421.000 e $ 376.000, respectivamente.

Ortopedia é uma das especialidades mais bem pagas no mundo.

Dentro destas especialidades há provável ser uma escala larga dos salários, porque na ortopedia e na cardiologia, por exemplo, incluem as subespecialidades cirúrgicas, que tendem a fazer significativamente mais receita do que seus contrapartes generalistas. Este ano, os menores salarios, a partir do último lugar, são pediatras (US $ 204.000), endocrinologistas (US $ 206.000) e médicos de família (US $ 207.000). Essas especialidades estavam nos três últimos colocados no ano passado também.

Veja a lista completa abaixo:

Especialidades médicas mais bem remuneradas no Brasil e no mundo.

O portal traz ainda as especialidades que mais aumentaram a receita onde Reumatologia, Medicina Interna e Nefrologia lideram a lista.

 

Especialidades médicas mais bem pagas no Brasil

No Brasil, a pesquisa que encontramos que mostra este ranking é de 2014, da Catho, empresa de recrutamento e seleção de profissionais para o mercado de trabalho. E mesmo assim alguns sites aproveitaram este dado nos anos subsequentes.

Das áreas da medicina, o cirurgião plástico é uma das especialidades bem pagas no Brasil. As Top 3 especialidades médicas mais bem pagas no Brasil são Cirurgião Plástico, Cirurgião e Ortopedista. Lembrando que se comparada com a pesquisa americana, as especialidades de Ortopedia e Cardiologia lá continham as subespecialidades de cirurgia.

No Brasil, o cirurgião está no topo da lista das especialidades médicas mais bem pagas.

A revista Exame traz o ranking completo das profissões, que você pode ver abaixo:

Cargo Média salarial (R$)
Cirurgião plástico 18.564,06 Cirurgião 15.975,62 Ortopedista 14.353,50 Médico auditor sênior 9.909,01 Médico anestesista 9.849,27 Dermatologista 9.058,19 Hematologista 9.025,78 Mastologista 8.999,42 Oncologista 8.912,16 Colonoscopista 8.820,52 Médico radiologista 8.572,24 Oftalmologista 8.035,75 Otorrinolaringologista 7.975,02 Obstetra 7.845,54 Proctologista 7.845,54

E ainda mostra o quanto a qualificação e ter mais de 1 idioma influencia neste valor:

Qualificação e a influência na remuneração Médica:

Qualificação Média salarial (R$)
Mestrado/doutorado 12.084,48
MBA 9.061,76
Pós graduação/especialização 8.690,91
Graduação 4.690,91

Idiomas e a influência na remuneração Médica:

Nível num idioma estrangeiro Média salarial (R$)
Avançado/fluente 8.988,69
Intermediário 7.478,96
Básico 7.019,59

Quantidade de médicos por especialidade no Brasil

Segundo o CFM (Conselho Federal de Medicina), sete especialidades concentram mais da metade dos médicos brasileiros. O estudo sugere que o futuro número de especialistas poderá sofrer influência da oferta de postos de trabalho e de políticas de abertura de vagas de Residência Médica em determinadas especialidades.



Segundo o CFM, “sete especialidades médicas concentram 53% dos profissionais com títulos dentre as 53 áreas reconhecidas no Brasil. A Pediatria é a área mais procurada entre os médicos brasileiros, reunindo 30.112 titulados, ou 11,23% do total de especialistas no país. A ela, se juntam Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia Geral, Clínica Médica, Anestesiologia, Medicina do Trabalho e Cardiologia no topo desse ranking.

As quatro primeiras especialidades, que somam 37%, pertencem às chamadas áreas básicas da Medicina. Além das primeiras da classificação, também se destacam a Ortopedia e Traumatologia, Oftalmologia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Psiquiatria, Dermatologia, Otorrinolaringologia, Cirurgia Plástica e Medicina Intensiva. Assim, as 15 especialidades do topo concentram 74% do total de médicos titulados (197.718).

Na posição oposta, outras dez especialidades agregam 5.937 profissionais, o que representa 2,21% do total. Entre elas, aparecem: Genética Médica, Cirurgia de Mão, Radioterapia, dentre outras. As três últimas deste grupo contabilizam em todo o país um total de apenas 908 médicos titulados. A Radioterapia possui 497 profissionais (0,19% do total); a Cirurgia da Mão, outros 411 (0,15%); e a Genética Médica um montante de 200 (0,07%).CFM – 2013

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Especialidades médicas do futuro

 

 

Além de pensar na remuneração atual, é importantíssimo também levar em consideração o futuro desta especialidade, principalmente considerando as tecnologias do futuro.

Certamente, novidades estão por vir, pois é assim que acontece há algumas décadas. Inovações tecnológicas na comunicação e na saúde têm promovido transformações profundas na medicina, tanto na abordagem como no tratamento dos pacientes.

Essas mudanças permitiram que novos procedimentos fossem incorporados ao dia dia de hospitais e clínicas médicas. Como exemplo, dá para citar o exame de partes internas do organismo humano sem cirurgia, muito menos invasivo e com foco na prevenção de doenças.

 Em um futuro próximo, muitos outros avanços deverão ser consolidados, abrindo espaço para novos perfis de médicos e exigindo um aperfeiçoamento em especialidades que hoje são tradicionais.

Especialidades médicas do futuro: o que podemos esperar?

O que podemos esperar das especialidades médicas do futuro?

O maior uso de tecnologias como robótica, genômica e inteligência artificial inspira diferentes previsões para a evolução das especialidades médicas.

Há quem acredite que, em breve, robôs serão capazes de realizar atividades que hoje são desempenhadas por especialistas, de forma tão ou mais precisa que esses profissionais.

É uma realidade possível, sem dúvidas, até porque já há sinais desse avanço. Recentemente, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, criou um algoritmo que indica casos prováveis de câncer de pele.

Após receber treinamento com base em dados de cerca de 130 mil imagens de patologias na pele, a máquina se tornou tão precisa quanto dermatologistas para apontar o câncer.

machine learning (aprendizado de máquina) também tem apoiado o desenvolvimento de braços robóticos que substituem cirurgiões durante as operações. É um exemplo o robô Da Vinci, que comentamos aqui em outro Post.

Esse tipo de cirurgia já é realidade há alguns anos, inclusive em hospitais brasileiros. Para se ter uma ideia, 700 procedimentos foram feitos no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, apenas entre 2012 e 2015.

No entanto, não há razão para visualizar cenários apocalípticos, nos quais as máquinas substituirão por completo os médicos. Afinal, por maior que seja sua contribuição, os algoritmos e robôs ainda estão um pouco longe de serem capazes de avaliar aspectos morais, emocionais ou julgar situações conflituosas.

Essas decisões devem ser sempre tomadas por humanos que manejem bem as ferramentas disponíveis, culminando em diagnósticos assertivos e na democratização dos serviços de saúde. O algoritmo que detecta câncer de pele, por exemplo, vai contribuir para uma avaliação mais ampla e rápida de grupos populacionais, levando ao diagnóstico e tratamento da doença precocemente.

Braços robóticos agregam precisão e reduzem as chances de erro durante cirurgias, mas precisam da supervisão de especialistas. Portanto, o cenário que se apresenta para o futuro pede uma constante atualização profissional, conhecimento de dados e máquinas e gestão – tanto de recursos materiais quanto humanos, bem como uma facilidade de entendimento e manuseio de tecnologias.

Quanto antes o profissional de Medicina for exposto a este tipo de informação e procedimentos, mas ele estará apto a tirar o melhor proveito delas.

Quais são as habilidades necessárias para os médicos do futuro?

Quais são as habilidades necessárias para os médicos do futuro?

O conceito de saúde, definido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) se populariza à medida em que as abordagens ocidental e oriental sobre a medicina se aproximam. “Um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades“.

A medicina ocidental se concentra no diagnóstico e tratamento de doenças, estudando os melhores procedimentos para aumentar as chances de recuperação do paciente.

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A abordagem oriental, por outro lado, sempre disseminou a ideia de que as patologias se manifestam quando o organismo está em desequilíbrio, ou seja, a chave para uma medicina bem-sucedida está em hábitos saudáveis.

A integração entre essas duas perspectivas compõe uma visão ampla sobre as especialidades médicas, que tomam para si a missão de melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Para que seja concretizada, essa missão exige conhecimentos que vão além da medicina, englobando o funcionamento de novas tecnologias e negócios.

Fluência em tecnologias digitais

O campo da saúde foi um dos mais rapidamente impactados pela revolução digital, que agregou possibilidades animadoras para profissionais e pacientes.

No entanto, para que sejam bem aproveitadas, é necessário que os profissionais saibam manuseá-las da melhor forma, investindo na fluência em tecnologias digitais.

Nesse cenário, a urgência por atualização e treinamento deve crescer rapidamente.

Análise de dados

Formada por dispositivos vestíveis (wearables) e apps para celular, a health mobile ou saúde móvel trabalha com dados para personalizar o atendimento e cuidados ao paciente.

Em alguns anos, o aumento no uso dessas tecnologias tem o potencial de gerar uma quantidade maciça de dados (big data), resultando em um histórico detalhado do paciente e alimentando bancos de dados sobre saúde.

O histórico mais completo deve ajudar médicos a conhecer melhor cada indivíduo, escolhendo os procedimentos, medicações e recomendações mais adequados ao seu perfil.

Já os bancos de dados poderão revelar tendências, histórico, dar suporte ao rastreamento e monitoramento de doenças e fatores de risco, fundamentando ações preventivas em larga escala.

Ambas as aplicações exigem especialistas bem informados e capazes de analisar os dados coletados por algoritmos.

Noções de programação

Noções de programação

Conhecer basicamente o funcionamento dos programas de computador e aplicativos já está se tornando uma vantagem competitiva entre profissionais de diversos setores.

E a saúde não é uma exceção. É claro que médicos não precisarão compreender a linguagem de programação a fundo. Porém, ter noções nessa área vai ajudar na avaliação de dados e identificação de tendências.

Gestão de pessoas

Uma das características mais marcantes da era digital é a fragmentação, fruto da grande quantidade de opções de produtos e serviços, além da grande oferta de informações.

Esse quadro mudou a dinâmica do mercado, levando profissionais a construir sua renda mensal a partir de várias fontes. Na área da saúde, isso já era relativamente comum, uma vez que a maioria dos médicos trabalha em mais de um emprego ou tem seu próprio consultório ou clínica.

À frente de um negócio ou de equipes de saúde, médicos precisam adquirir a habilidade de gerir pessoas (e quem sabe futuramente robôs), de modo a se posicionarem como líderes eficientes e inspiradores. Gerenciar os recursos humanos corretamente conduz a um atendimento mais humanizado, aumento na produtividade e qualidade dos cuidados em saúde.

Gestão de negócios

Empreendedores e gestores na área da saúde precisam se tornar bons administradores de empresas.

Caso contrário, clínicas, consultórios e hospitais podem perder pacientes e desperdiçar materiais, correndo o risco de sofrer impactos importantes no orçamento. Para evitar esse cenário, especialistas devem investir em uma formação em negócios, tornando-se gestores capacitados a conduzir empresas saudáveis e lucrativas.

As 7 especialidades médicas do futuro mais promissoras e possivelmente as mais bem pagas

As 7 especialidades médicas do futuro mais promissoras

As inovações tecnológicas servirão para otimizar a rotina dos médicos, coletando dados para análise e realizando tarefas repetitivas ou de baixa complexidade.

Desse modo, especialistas poderão se concentrar no atendimento ao paciente e tomada de decisões importantes, como o melhor tratamento para uma pessoa com doença grave. Confira, a seguir, as especialidades que mais se beneficiarão do uso de inteligência artificial e outras ferramentas.

Radiologia

A análise de imagens radiológicas e sua interpretação consomem boa parte do tempo desses especialistas atualmente.

Essa rotina pode mudar a partir do desenvolvimento do uso de inteligência artificial para criar algoritmos capazes de avaliar os registros de maneira assertiva.

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É o caso do sistema desenvolvido pela empresa Arterys para analisar imagens cardíacas, aprovado pela FDA (órgão que controla alimentos e produtos de saúde nos Estados Unidos) em 2017.

O algoritmo utiliza deep learning, uma variação do machine learning, que configura parâmetros para permitir que o computador aprenda de forma autônoma, reconhecendo padrões nas imagens, a exemplo de anormalidades que possam sinalizar doenças no coração.

Daqui a alguns anos, outros sistemas semelhantes estarão operando, o que exigirá mais radiologistas para analisar os dados obtidos.

Médico virtualista

Essa é uma das novas especialidades que surgirão com a popularização da telemedicina em todo o mundo.

A telemedicina utiliza tecnologias da informação e comunicação (TIC) para romper barreiras geográficas e possibilitar a troca de informações em saúde.

Emissão de laudos médicos a distância, segunda opinião qualificada e consultas entre profissionais e/ou pacientes são alguns serviços viabilizados por essa tecnologia.

Devido a benefícios, como comodidade e agilidade, unidades de saúde vêm aderindo cada vez mais à telemedicina, o que gera uma demanda por especialistas que saibam aplicá-la com eficácia.

Para tanto, precisam aprender a conduzir a interação virtual e se adequarem para as novas demandas do futuro.

Psiquiatria

A psiquiatria também se beneficiará dos serviços de telemedicina, permitindo o contato entre médico e paciente fora dos estabelecimentos de saúde.

Essa interação tende a favorecer tratamentos bem-sucedidos, pois o especialista pode observar seu paciente em um local no qual ele se sente seguro, como na própria residência.

Outra aplicação vantajosa envolve o uso de realidade virtual no tratamento de fobias.

Através de cenários criados especialmente para a abordagem médica, pacientes poderão enfrentar medos, como o de altura, sem arriscar a vida ou a saúde.

Além disso, os psiquiatras poderão comparar reações a diferentes cenários em um curto espaço de tempo.

Oncologia

Oncologia

Atualmente, um dos principais tratamentos contra tumores malignos, a quimioterapia, provoca uma série de efeitos colaterais nos pacientes, como a queda de cabelo e problemas gastrointestinais.

Esses efeitos ocorrem porque, durante o tratamento, células sadias são eliminadas junto às células doentes que causam o câncer.

Mas isso deverá mudar nas próximas décadas, com o aperfeiçoamento de técnicas que utilizam nanopartículas para direcionar os medicamentos somente ao tumor.

Um exemplo é a encapsulação do álcool perílico em Nanopartículas Lipídicas Sólidas, terapia que está em fase de estudo na Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE).

A pesquisa levará ao desenvolvimento de um nanomedicamento para tratar o câncer de cabeça e pescoço.

A nanotecnologia pode ser, ainda, combinada a fotoprocessos na administração de fármacos, resultando no combate e eliminação de células cancerosas em casos como cânceres de pele – exceto para melanomas.

Genética Médica

O estudo dos genes humanos não é um campo tão novo, mas avanços recentes têm propiciado uma rápida evolução no diagnóstico de doenças genéticas.

Elas são objeto de estudo da Medicina Genômica, uma das subáreas mais promissoras dentro da Genética Médica.

A Genômica identifica características pessoais do paciente, rastreando problemas de saúde e criando tratamentos personalizados e mais eficientes.

Medicina Nuclear

A especialidade se vale de materiais radioativos para fins terapêuticos e diagnósticos.

Por meio da administração de radiofármacos, a Medicina Nuclear apoia disciplinas como a cardiologia e neurologia, permitindo a visualização de anormalidades e alívio de sintomas do câncer, por exemplo.

Radiofármacos são substâncias que emitem baixas quantidades de radiação.

Como vimos, a nanotecnologia expandiu as possibilidades dessa área, direcionando os radiofármacos diretamente a células doentes.

Dermatologia

Mencionamos aqui algumas aplicações promissoras da inteligência artificial e machine learning na área dermatológica, que trata as desordens na pele.

Cânceres de pele podem ser identificados por algoritmos e tratados com o auxílio da nanotecnologia, de forma rápida, indolor e a custos relativamente baixos.

Robôs e Medicina Genômica também podem auxiliar em tratamentos estéticos, renovando e preservando células para promover uma aparência saudável e até mesmo o desenvolvimento de novos tecidos para casos graves de acidentes e mutilações. O que afetará não somente a estética para quem quer melhorar o visual, mas também trará inclusão social as vítimas de acidentes graves com a pele.

Escolher a especialidade mais bem paga não é sinônimo de sucesso

A escolha da especialidade que o profissional de medicina vai atuar é um passo importantíssimo em sua vida profissional. Se este passo for dado somente pensando na remuneração, ele pode trazer frustrações futuras para você.

Por isso é importantíssimo avaliar também as aptidões pessoais e o futuro desta especialidade, além do fator financeiro e tomar estes estudos apenas como referência.

Afinal de contas, um bom profissional ganha dinheiro em qualquer área. Ainda, ser excelente no que faz irá te trazer além da realização financeira, a realização pessoal e profissional.

 


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