Você tem cachorro? O motivo provavelmente está no seu DNA!

Pesquisa indica que é possível que mães e pais de pets já tenham nascido pré-dispostos a conviver com seus filhotes peludos

Você já se perguntou como pode haver pessoas tão apaixonadas por cães enquanto que outras não dão a menor bola ao charme dos irresistíveis bichinhos? Pois é! A resposta para esta pergunta pode estar no DNA, você sabia?! É a nova descoberta de pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia: evidências que relacionam aspectos genéticos à tendência de ter — ou não — um cachorro!

O estudo foi realizado com base em informações do maior banco de dados de irmãos gêmeos do mundo, usando cerca de dados de 35 mil pares de gêmeos. O método pode parecer peculiar, mas estudar irmãos gêmeos é uma maneira efetiva de entender a influência dos genes em determinados comportamentos humanos.

Na próxima etapa da pesquisa, os cientistas precisavam saber, dentre os 70 mil participantes, quais desses gêmeos eram donos de cães, e então eles usaram informações de outro banco de dados: o registro nacional de cães da Suécia. Isso porque, por lá, praticamente todos os cachorros são registrados pelos donos.

A explicação é simples: gêmeos idênticos compartilham exatamente do mesmo DNA, enquanto que gêmeos não-idênticos apresentam variação genética. Assim, quando os irmãos idênticos apresentam uma mesma característica de comportamento, e os gêmeos fraternos não, pode ser que ela esteja relacionada a um gene específico que os dois possuem.

Os resultados do estudo apontam que há mais correspondência entre os gêmeos idênticos do que os não idênticos, ou seja, que quando um gêmeo idêntico tem um cachorro, é bem provável que seu irmão também tenha um. Já os gêmeos diferentes não apresentaram essa relação entre si.

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Apesar da pesquisa indicar a influência do DNA na escolha de ter um cachorro, ainda não foi possível identificar exatamente qual seria o gene responsável pelo comportamento, levando o estudo a futuras pesquisas, sendo possível, quem sabe, talvez até relacionar esse gene com outros traços de personalidade, como medo ou a capacidade de compreender os cães, por exemplo.

Os resultados podem ajudar a entender a relação entre o homem e seu melhor amigo canino. Tove Fall, líder da pesquisa, afirma que algumas pessoas podem ter uma predisposição inata a cuidar de animais, mais do que outras.

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Com informações Revista Super Interessante

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