O que eu aprendi de positivo quando eu descobri que tinha Câncer de colo do útero.

Uma breve notícia sobre o que Savanna Duarte, 34 anos, aprendeu antes de falecer devido ao câncer de colo do útero.

09/09/2016

Será que uma doença grave como o câncer de colo do útero pode trazer algo de positivo? Eu estava navegando na internet e me deparei com uma breve mas profunda história. Confiei na fonte para replicar a mensagem que ela representa.

A notícia foi publicada em 08 de julho de 2016.

Esta é a história de Savanna Duarte que tinha 34 anos e lutava há sete meses contra um câncer de colo do útero. Savanna era servidora do Hospital Regional de Araguaína (HRA). Ela deixou uma filha e o esposo Danilo Leite, Superintendente da Secretaria Municipal da Assistência Social, Trabalho e Habitação.

A morte de Savanna gerou muita repercussão nas redes sociais, principalmente por uma postagem que ela fez ainda em vida.

cancer de colo do útero

“Vou dizer o que eu aprendi de positivo quando eu descobri que estava doente:

1)Ser amada é a melhor coisa da vida;
2)Enfermeiros são heróis;
3)A amizade verdadeira levanta até defunto;
4)Animais de estimação sabem consolar;
5)Aqueles que se menos espera, são os que mais ajudam;
6)É realmente possível viver sem comida por 7 dias;
7)Idade e maturidade são coisas diferentes;
8)Rir é o melhor remédio;
9)Fazer piada da desgraça ajuda a processá-la;
10)Sua família estará contigo até quando ninguém mais estiver;
11)Filmes e desenhos animados são um bom passa tempo para esquecer das dificuldades;
12)Morrer não é tão assustador quanto parece;
13)Se cobrar menos te deixa mais feliz;
14)Estabelecer limites para as pessoas a sua volta é importante;
15)A saúde é o mais importante de tudo;
16)Comer é um prazer divino;
17)Algumas pessoas estranhas serão mais gentis do que as que você conhece faz tempo.
18)É possível se tornar uma pessoa melhor depois do câncer;
19)Tudo está aonde deveria estar, mesmo que não consiga ver isso agora;
20)o câncer te traz novas amizades muito especiais;
21)você vai amadurecer uns 10 anos em poucos meses;
22)Uma hora, as agulhas param de doer ao furarem a pele;

23)Câncer não é a doença mais triste que existe;
24)Suas conquistas serão inúmeras;
25)Todo mundo vai saber seu nome;
26)Vai se tornar cliente vip dos lugares que frequenta;
27)Vai receber pequenos agrados e sorrisos;
28)Vai poder dizer muitas vezes: “por experiência própria, acho que…”
29)Vai economizar horrores com salão, depilação e manicure;
30)Vai ser mimada e constantemente agradada;
31)Vai ser capaz de amar mais intensamente;
32)Vai olhar a natureza, o céu e os pássaros como nunca viu antes;
33)Se tornará mais sensível para perceber as necessidades verdadeiras do mundo;
34)O amor conserta tudo;
35) A dor não é eterna.”

O que podemos aprender com esta história?

Dizem que aprendemos nos erros. E sábio é o que aprende com os outros.

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Ao ler esta história, fiquei pensando em como a vida é efêmera. Um simples ato desta peça, pode tirar pessoas que amamos de nossa convivência.

Além de viver intensamente cada segundo, o que surge é um alerta. Este tipo de câncer, o câncer de colo do útero, é o segundo que mais mata mulheres em todo mundo, perdendo apenas para o câncer de mama.

Então, porque não redobrarmos os cuidados e podermos praticar em vida todos os ensinamentos desta história?

O Exame de câncer de colo do útero

O exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolaou) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico da doença.

O exame pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados.

É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois sua realização periódica permite reduzir a mortalidade pela doença.

Quem deve fazer o exame?

Toda mulher que tem ou já teve vida sexual e que estão entre 25 e 64 anos de idade. Devido à longa evolução da doença, o exame pode ser realizado a cada três anos. Para maior segurança do diagnóstico, os dois primeiros exames devem ser anuais. Se os resultados estiverem normais, sua repetição só será necessária após três anos.

(Portal O Norte)

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CEO da Rais Saúde e da Connect HealthCare.
Técnico em Alimentos pelo CEFET-PR (99), Engenheiro Eletricista pela UDESC-SC (2009), MBA em Gestão empresarial pela FGV (2013), Trainee e 5 anos de experiência com Gestão de Projetos e Pessoas pela indústria de linha branca (2009-2014). Curioso em programação, blogs e sistemas e tudo que envolva Startups (minha fase atual profissional).

Atleta desde pequeno, apaixonado por basquete (já fui atleta semi-profissional na juventude), por academia e corrida (mas adoro esportes em geral) e música (toco meu violãozinho meia boca).

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