Rais LifeVida | Saúde | Negócios
☰
Dengue · PB

Dengue na Paraíba: alerta em João Pessoa e nas maiores cidades

Nível de alerta, casos estimados por semana e tendência da capital e das quatro maiores cidades na Paraíba. Dados semanais do InfoDengue.

Carregando os dados…

Dados de alerta: InfoDengue (Fiocruz e Fundação Getulio Vargas) · Orientações de saúde: Ministério da Saúde

Para entender a dengue na Paraíba, o RaisLife acompanha a capital, João Pessoa, e as quatro maiores cidades por população: Campina Grande, Santa Rita, Patos e Bayeux. O nível de alerta de cada uma é calculado pelo InfoDengue, projeto da Fiocruz e da Fundação Getulio Vargas, que combina as notificações de casos com o clima.

Em João Pessoa, capital da Paraíba, o InfoDengue aponta alerta verde na semana epidemiológica 39/2026: são cerca de 155 casos estimados, o equivalente a 17,4 por 100 mil habitantes, e a tendência é de estabilidade.

Entre as demais cidades acompanhadas, Campina Grande está em alerta vermelho. Santa Rita, Patos e Bayeux estão em alerta verde. O maior número de casos estimados da semana é o de João Pessoa, com 155. Nenhuma delas mostra tendência de alta.

Em cidades com alerta laranja ou vermelho, a situação pede atenção redobrada: vale eliminar em casa o que acumula água parada e ficar atento aos sinais de alarme descritos pelo Ministério da Saúde. Quem tem febre alta com dor de cabeça ou no corpo deve procurar um serviço de saúde. As variações das semanas mais recentes são estimativas e podem ser revistas. Veja as orientações completas.

Capital e maiores cidades na Paraíba

João Pessoa

Capital · 906.093 hab. (IBGE 2026)

Carregando

  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Campina Grande

446.720 hab. (IBGE 2026)

Carregando

  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Santa Rita

162.488 hab. (IBGE 2026)

Carregando

  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Patos

108.416 hab. (IBGE 2026)

Carregando

  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Bayeux

83.351 hab. (IBGE 2026)

Carregando

  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Passe o mouse, toque ou use as setas sobre as barras para ver o número de cada semana.

Como ler os níveis de alerta e a tendência

  • VerdeCondições climáticas não favoráveis à transmissão (temperatura ou umidade) e atividade viral baixa. Não significa ausência de casos.
  • AmareloCondições climáticas favoráveis à transmissão (temperatura ou umidade) e atividade viral presente, com pelo menos 1 caso.
  • LaranjaIncidência crescente, com ao menos 2 semanas de Rt acima de 1, mas ainda dentro dos níveis históricos.
  • VermelhoIncidência alta para os padrões históricos do município, acima de 90% do limiar calculado pelo Método de Epidemias Móveis (MEM).

Os níveis são calculados pelo InfoDengue para cada município, a partir das notificações de casos e do clima; a descrição de cada nível, com as palavras acima, está no glossário do InfoDengue, e “Rt” é o número reprodutivo da doença. As informações são organizadas por semana epidemiológica: por convenção internacional, segundo o calendário de notificação do Sinan, do Ministério da Saúde, as semanas são contadas de domingo a sábado, e a primeira do ano é a que contém o maior número de dias de janeiro. Assim, “39/2026” é a 39ª semana epidemiológica de 2026. Os casos estimados são os casos da semana depois de corrigido o atraso das notificações, e a incidência é a estimativa de casos por 100 mil habitantes na semana.

A tendência é uma leitura do RaisLife sobre os casos estimados: compara a soma das duas últimas semanas com a das duas anteriores e indica alta quando o número subiu 25% ou mais, queda quando recuou 20% ou mais e estabilidade nos demais casos. Quando as quatro semanas somam menos de 100 casos estimados, o painel fala em “poucos casos”, porque, sobre um número pequeno, uma variação de uma semana para outra diz pouco. Como as semanas mais recentes são as mais sujeitas a revisão, a tendência também pode mudar.

O que a população deve saber

Segundo o Ministério da Saúde, a dengue costuma começar de repente, com febre alta e dor de cabeça, no corpo ou atrás dos olhos. Quem tem esse quadro deve procurar um serviço de saúde, e sangramentos, dor de barriga intensa, vômitos frequentes, tontura ou falta de ar pedem atendimento de urgência na hora. O Ministério também pede que ninguém se automedique. As orientações completas estão na página principal sobre dengue.

Informação pública, não substitui a avaliação de um profissional de saúde. Este conteúdo não faz diagnóstico nem indica tratamento. Com febre e outros sintomas, procure uma unidade de saúde.

De onde vêm os números e as orientações

Os níveis de alerta, os casos estimados e a incidência são do InfoDengue, sistema mantido pela Fiocruz e pela Fundação Getulio Vargas que cruza as notificações do Sinan, do Ministério da Saúde, com dados de clima. O RaisLife guarda uma cópia desses números e a atualiza com frequência, a cada nova semana epidemiológica divulgada, informando sempre a semana a que eles se referem.

As orientações sobre sintomas, sinais de alarme e prevenção seguem a página da dengue do Ministério da Saúde, conferida em 14/10/2026. A população de cada município é a estimativa do IBGE para 2026, e a escolha das cidades acompanhadas (a capital e as quatro maiores de cada estado) é do RaisLife.

Como as notificações chegam com atraso, o InfoDengue estima os casos das semanas mais recentes, e esses valores são revistos toda semana; um número de hoje pode mudar na próxima atualização. Os dados aqui não substituem os boletins da vigilância epidemiológica do seu município ou estado.

Informação pública, não substitui a avaliação de um profissional de saúde. Este conteúdo não faz diagnóstico nem indica tratamento. Com febre e outros sintomas, procure uma unidade de saúde.

Sua privacidade, suas escolhas

O RaisLife usa cookies de estatística e de anúncios do Google para se manter gratuito. Você pode recusar ou escolher o que permite, a qualquer momento. Política de Privacidade