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Dengue · PR

Dengue no Paraná: alerta em Curitiba e nas maiores cidades

Nível de alerta, casos estimados por semana e tendência da capital e das quatro maiores cidades no Paraná. Dados semanais do InfoDengue.

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Dados de alerta: InfoDengue (Fiocruz e Fundação Getulio Vargas) · Orientações de saúde: Ministério da Saúde

Para entender a dengue no Paraná, o RaisLife acompanha a capital, Curitiba, e as quatro maiores cidades por população: Londrina, Maringá, Ponta Grossa e Cascavel. O nível de alerta de cada uma é calculado pelo InfoDengue, projeto da Fiocruz e da Fundação Getulio Vargas, que combina as notificações de casos com o clima.

Em Curitiba, capital do Paraná, o InfoDengue aponta alerta verde na semana epidemiológica 39/2026: são cerca de 29 casos estimados, o equivalente a 1,5 por 100 mil habitantes, e o pequeno número de casos não permite falar em tendência.

As demais cidades acompanhadas também estão em alerta verde. O maior número de casos estimados da semana é o de Londrina, com 171. A tendência é de alta em Maringá.

As medidas de prevenção recomendadas pelo Ministério da Saúde valem qualquer que seja a cor do alerta. Quem tem febre alta com dor de cabeça ou no corpo deve procurar um serviço de saúde. As variações das semanas mais recentes são estimativas e podem ser revistas. Veja as orientações completas.

Capital e maiores cidades no Paraná

Curitiba

Capital · 1.832.183 hab. (IBGE 2026)

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  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Londrina

584.465 hab. (IBGE 2026)

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  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Maringá

432.635 hab. (IBGE 2026)

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  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Ponta Grossa

378.527 hab. (IBGE 2026)

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  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Cascavel

372.026 hab. (IBGE 2026)

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  • —casos estimados na semana
  • —por 100 mil hab.
  • —tendência

Passe o mouse, toque ou use as setas sobre as barras para ver o número de cada semana.

Como ler os níveis de alerta e a tendência

  • VerdeCondições climáticas não favoráveis à transmissão (temperatura ou umidade) e atividade viral baixa. Não significa ausência de casos.
  • AmareloCondições climáticas favoráveis à transmissão (temperatura ou umidade) e atividade viral presente, com pelo menos 1 caso.
  • LaranjaIncidência crescente, com ao menos 2 semanas de Rt acima de 1, mas ainda dentro dos níveis históricos.
  • VermelhoIncidência alta para os padrões históricos do município, acima de 90% do limiar calculado pelo Método de Epidemias Móveis (MEM).

Os níveis são calculados pelo InfoDengue para cada município, a partir das notificações de casos e do clima; a descrição de cada nível, com as palavras acima, está no glossário do InfoDengue, e “Rt” é o número reprodutivo da doença. As informações são organizadas por semana epidemiológica: por convenção internacional, segundo o calendário de notificação do Sinan, do Ministério da Saúde, as semanas são contadas de domingo a sábado, e a primeira do ano é a que contém o maior número de dias de janeiro. Assim, “39/2026” é a 39ª semana epidemiológica de 2026. Os casos estimados são os casos da semana depois de corrigido o atraso das notificações, e a incidência é a estimativa de casos por 100 mil habitantes na semana.

A tendência é uma leitura do RaisLife sobre os casos estimados: compara a soma das duas últimas semanas com a das duas anteriores e indica alta quando o número subiu 25% ou mais, queda quando recuou 20% ou mais e estabilidade nos demais casos. Quando as quatro semanas somam menos de 100 casos estimados, o painel fala em “poucos casos”, porque, sobre um número pequeno, uma variação de uma semana para outra diz pouco. Como as semanas mais recentes são as mais sujeitas a revisão, a tendência também pode mudar.

O que a população deve saber

Segundo o Ministério da Saúde, a dengue costuma começar de repente, com febre alta e dor de cabeça, no corpo ou atrás dos olhos. Quem tem esse quadro deve procurar um serviço de saúde, e sangramentos, dor de barriga intensa, vômitos frequentes, tontura ou falta de ar pedem atendimento de urgência na hora. O Ministério também pede que ninguém se automedique. As orientações completas estão na página principal sobre dengue.

Informação pública, não substitui a avaliação de um profissional de saúde. Este conteúdo não faz diagnóstico nem indica tratamento. Com febre e outros sintomas, procure uma unidade de saúde.

De onde vêm os números e as orientações

Os níveis de alerta, os casos estimados e a incidência são do InfoDengue, sistema mantido pela Fiocruz e pela Fundação Getulio Vargas que cruza as notificações do Sinan, do Ministério da Saúde, com dados de clima. O RaisLife guarda uma cópia desses números e a atualiza com frequência, a cada nova semana epidemiológica divulgada, informando sempre a semana a que eles se referem.

As orientações sobre sintomas, sinais de alarme e prevenção seguem a página da dengue do Ministério da Saúde, conferida em 14/10/2026. A população de cada município é a estimativa do IBGE para 2026, e a escolha das cidades acompanhadas (a capital e as quatro maiores de cada estado) é do RaisLife.

Como as notificações chegam com atraso, o InfoDengue estima os casos das semanas mais recentes, e esses valores são revistos toda semana; um número de hoje pode mudar na próxima atualização. Os dados aqui não substituem os boletins da vigilância epidemiológica do seu município ou estado.

Informação pública, não substitui a avaliação de um profissional de saúde. Este conteúdo não faz diagnóstico nem indica tratamento. Com febre e outros sintomas, procure uma unidade de saúde.

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