Porto Alegre
Capital · 1.388.791 hab. (IBGE 2026)
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- —casos estimados na semana
- —por 100 mil hab.
- —tendência
Nível de alerta, casos estimados por semana e tendência da capital e das quatro maiores cidades no Rio Grande do Sul. Dados semanais do InfoDengue.
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Dados de alerta: InfoDengue (Fiocruz e Fundação Getulio Vargas) · Orientações de saúde: Ministério da Saúde
Para entender a dengue no Rio Grande do Sul, o RaisLife acompanha a capital, Porto Alegre, e as quatro maiores cidades por população: Caxias do Sul, Canoas, Pelotas e Santa Maria. O nível de alerta de cada uma é calculado pelo InfoDengue, projeto da Fiocruz e da Fundação Getulio Vargas, que combina as notificações de casos com o clima.
Em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, o InfoDengue aponta alerta verde na semana epidemiológica 39/2026: são cerca de 20 casos estimados, o equivalente a 1,4 por 100 mil habitantes, e o pequeno número de casos não permite falar em tendência.
As demais cidades acompanhadas também estão em alerta verde. O maior número de casos estimados da semana é o de Porto Alegre, com 20. Nenhuma delas mostra tendência de alta.
As medidas de prevenção recomendadas pelo Ministério da Saúde valem qualquer que seja a cor do alerta. Quem tem febre alta com dor de cabeça ou no corpo deve procurar um serviço de saúde. As variações das semanas mais recentes são estimativas e podem ser revistas. Veja as orientações completas.
Capital · 1.388.791 hab. (IBGE 2026)
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479.604 hab. (IBGE 2026)
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359.845 hab. (IBGE 2026)
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336.150 hab. (IBGE 2026)
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282.397 hab. (IBGE 2026)
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Os níveis são calculados pelo InfoDengue para cada município, a partir das notificações de casos e do clima; a descrição de cada nível, com as palavras acima, está no glossário do InfoDengue, e “Rt” é o número reprodutivo da doença. As informações são organizadas por semana epidemiológica: por convenção internacional, segundo o calendário de notificação do Sinan, do Ministério da Saúde, as semanas são contadas de domingo a sábado, e a primeira do ano é a que contém o maior número de dias de janeiro. Assim, “39/2026” é a 39ª semana epidemiológica de 2026. Os casos estimados são os casos da semana depois de corrigido o atraso das notificações, e a incidência é a estimativa de casos por 100 mil habitantes na semana.
A tendência é uma leitura do RaisLife sobre os casos estimados: compara a soma das duas últimas semanas com a das duas anteriores e indica alta quando o número subiu 25% ou mais, queda quando recuou 20% ou mais e estabilidade nos demais casos. Quando as quatro semanas somam menos de 100 casos estimados, o painel fala em “poucos casos”, porque, sobre um número pequeno, uma variação de uma semana para outra diz pouco. Como as semanas mais recentes são as mais sujeitas a revisão, a tendência também pode mudar.
Segundo o Ministério da Saúde, a dengue costuma começar de repente, com febre alta e dor de cabeça, no corpo ou atrás dos olhos. Quem tem esse quadro deve procurar um serviço de saúde, e sangramentos, dor de barriga intensa, vômitos frequentes, tontura ou falta de ar pedem atendimento de urgência na hora. O Ministério também pede que ninguém se automedique. As orientações completas estão na página principal sobre dengue.
Informação pública, não substitui a avaliação de um profissional de saúde. Este conteúdo não faz diagnóstico nem indica tratamento. Com febre e outros sintomas, procure uma unidade de saúde.
Os níveis de alerta, os casos estimados e a incidência são do InfoDengue, sistema mantido pela Fiocruz e pela Fundação Getulio Vargas que cruza as notificações do Sinan, do Ministério da Saúde, com dados de clima. O RaisLife guarda uma cópia desses números e a atualiza com frequência, a cada nova semana epidemiológica divulgada, informando sempre a semana a que eles se referem.
As orientações sobre sintomas, sinais de alarme e prevenção seguem a página da dengue do Ministério da Saúde, conferida em 14/10/2026. A população de cada município é a estimativa do IBGE para 2026, e a escolha das cidades acompanhadas (a capital e as quatro maiores de cada estado) é do RaisLife.
Informação pública, não substitui a avaliação de um profissional de saúde. Este conteúdo não faz diagnóstico nem indica tratamento. Com febre e outros sintomas, procure uma unidade de saúde.
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