Peso colombiano: cotação e variação frente ao real em 16 de outubro
Com dados do Banco Central do Brasil
O peso colombiano subiu levemente frente ao real na sexta-feira (16/10). A taxa de venda de fechamento para 1.000 pesos colombianos, divulgada pelo Banco Central, ficou em R$ 1,5980; alta de 0,19% sobre os R$ 1,5950 de quinta-feira (15/10). A compra fechou a R$ 1,5970. O primeiro boletim de hoje sai a partir das 10h; os números são do último dia útil com cotação (16/10/2026).
Tomando o fechamento de sexta-feira, 9 de outubro (R$ 1,5650) como base, na semana a alta é de 2,11%. No mês, a alta é de 2,50%, na comparação com o fechamento de quarta-feira, 30 de setembro (R$ 1,5590). Tomando o fechamento de quarta-feira, 31 de dezembro de 2025 (R$ 1,4580) como base, no ano a alta é de 9,60%. Em doze meses, a alta é de 13,98%, na comparação com o fechamento de quinta-feira, 16 de outubro de 2025 (R$ 1,4020).
A menor taxa de venda dos últimos noventa dias foi de R$ 1,5440 (24 de setembro) e a maior, de R$ 1,6980 (20 de agosto); o valor atual está no meio da faixa, e a alta desde 20 de julho é de 2,11%. Em doze meses, a menor taxa de venda foi de R$ 1,2950 (13 de maio de 2026) e a maior, de R$ 1,6980 (20 de agosto de 2026). A paridade com o dólar americano, divulgada pelo Banco Central, é de 3.182,49 COP por USD.
O peso colombiano é a moeda da Colômbia, emitida pelo Banco da República. Como uma unidade vale uma fração de centavo de real, a página mostra o preço de 1.000 pesos. Se as dezesseis moedas desta página forem ordenadas pela variação no ano, da maior alta à maior queda frente ao real, o peso colombiano fica na 1ª posição. Com a taxa de venda do dia, mil reais compram 625.782,23 COP, sem contar spread nem IOF. Não há boletins PTAX intradiários do peso colombiano: o Banco Central divulga só a taxa de fechamento, depois do último boletim do dia, e a página mostra o último fechamento até lá. O "fechamento" do Banco Central é uma taxa de referência do dia e não coincide necessariamente com o valor do fim do pregão citado no noticiário. Quem compra ou vende moeda em banco ou casa de câmbio paga um preço diferente da taxa de referência, porque entram o spread e, em muitas operações, o IOF. A leitura é informativa, sem recomendação de compra, venda ou investimento e sem previsão; o passado não garante o futuro.
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