Rand sul-africano: cotação e variação frente ao real em 16 de outubro
Com dados do Banco Central do Brasil
O Banco Central divulgou a taxa de venda de fechamento do rand sul-africano em R$ 0,3085 na sexta-feira (16/10), e o rand sul-africano subiu frente ao real: alta de 0,92% sobre os R$ 0,3057 de quinta-feira (15/10). A cotação de compra foi de R$ 0,3084. Os números são do último dia útil com cotação (16/10/2026); o Banco Central não divulga cotações em fins de semana e feriados.
Desde o fechamento de sexta-feira, 9 de outubro (R$ 0,3018), a alta na semana é de 2,22%. No mês: queda de 2,16%, em relação ao fechamento de quarta-feira, 30 de setembro, quando a taxa estava em R$ 0,3153. Desde o fechamento de quarta-feira, 31 de dezembro de 2025 (R$ 0,3328), a queda no ano é de 7,30%. Em doze meses: queda de 1,72%, em relação ao fechamento de quinta-feira, 16 de outubro de 2025, quando a taxa estava em R$ 0,3139.
A menor taxa de venda dos últimos noventa dias foi de R$ 0,2992 (5 de outubro) e a maior, de R$ 0,3232 (25 de agosto); o valor atual está no meio da faixa, e a alta desde 20 de julho é de 0,06%. Na faixa de doze meses, o piso da taxa de venda foi R$ 0,2944, em 4 de maio de 2026, e o topo, R$ 0,3339, em 29 de dezembro de 2025. Frente ao dólar americano, o Banco Central informa a paridade de 16,4803 ZAR por USD.
O rand é a moeda da África do Sul, emitida pelo Banco da Reserva da África do Sul. O país integra o BRICS, grupo do qual o Brasil também faz parte. Entre as dezesseis moedas acompanhadas, o rand sul-africano tem a 5ª variação no ano, na lista que vai da que mais subiu frente ao real à que mais caiu. Uma conta de referência: R$ 1.000 correspondem a 3.241,49 ZAR pela taxa de venda, sem spread nem IOF. O Banco Central não publica boletins ao longo do dia para o rand sul-africano, apenas a taxa de fechamento; durante a manhã a página repete a do último dia útil. A taxa de fechamento divulgada pelo Banco Central não é o preço do fim do pregão e pode diferir do "fechamento" do noticiário. O valor efetivamente praticado por bancos e casas de câmbio inclui spread e, em muitas operações, IOF. Este texto apenas descreve a cotação do Banco Central, não recomenda compra, venda nem investimento e não prevê o comportamento futuro da moeda.
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