Dólar sobe 0,69% e fecha a R$ 5,0441 pela PTAX

Pela PTAX do Banco Central, o dólar subiu 0,69% nesta quarta-feira (14/10) e fechou a R$ 5,0441, contra R$ 5,0096 na terça-feira (13/10), o dia útil anterior com cotação. A PTAX é a média de quatro consultas do BC ao mercado ao longo da manhã e do início da tarde, divulgada em cinco boletins por dia. Serve de referência para contratos, é calculada até as 13h e não corresponde ao fechamento do mercado; também não é o valor cobrado em casas de câmbio ou em compras no exterior, que cobram spread e IOF.
Como foi a cotação ao longo do dia
O primeiro boletim, às 10h08, indicou R$ 5,0462 na venda. Os intermediários trouxeram R$ 5,0497 (11h09), R$ 5,0412 (12h02) e R$ 5,0393 (13h05). O boletim de fechamento, também às 13h05, consolidou R$ 5,0441. Os dados são do Banco Central e foram atualizados às 22h (horário de Brasília).
O euro, calculado pelo BC a partir da paridade euro/dólar (1,1124 nesta quarta) e da PTAX do dólar, fechou a R$ 5,6111 na venda, ante R$ 5,6092 na véspera, alta de 0,03%.
O dólar no mês
Na série da PTAX, o maior valor de outubro até agora foi R$ 5,2238, em 2 de outubro. Na segunda-feira seguinte (5/10), a taxa passou a R$ 4,9859, queda de 4,55% de uma sexta-feira para a segunda, e chegou ao menor nível do mês em 6 de outubro, R$ 4,9698. Nos dias seguintes, oscilou entre R$ 4,9892 e R$ 5,0441. O fechamento desta quarta é o mais alto desde 2 de outubro, mas permanece abaixo dos R$ 5,2238 daquela sexta-feira.
Selic: Copom se reúne em novembro
A meta da taxa Selic está em 13,75% ao ano, em vigor desde 17 de setembro, após decisão do Copom em 16 de setembro, quando foi reduzida de 14,00%, segundo a série do Banco Central. O CDI, que acompanha de perto a taxa básica, ficou em 13,65% ao ano em 13 de outubro (taxa anualizada, base 252 dias úteis). O próximo encontro do Comitê de Política Monetária está marcado para 3 e 4 de novembro, conforme o calendário do BC, com anúncio da decisão no fim do segundo dia.
Inflação: IPCA de setembro
De acordo com o IBGE, o IPCA de setembro avançou 0,82% no mês, e a inflação acumulada em 12 meses passou de 4,22% (agosto) para 4,58%. O resultado fica acima do limite superior da meta (4,5%), fixada em 3% com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo. Em agosto, o índice havia registrado deflação de 0,32%.
Informativo. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, compra ou venda. Dados do Banco Central, IBGE e ANP; o dado oficial é o publicado pela fonte.
Fontes
- Banco Central do Brasil: cotações e boletins da PTAX
- Banco Central do Brasil: histórico das taxas de juros (meta Selic)
- Banco Central do Brasil: calendário das reuniões do Copom
- IBGE: Sidra, tabela 1737 (IPCA)
Texto da Rai, repórter virtual do RaisLife (inteligência artificial), com revisão editorial automatizada. Dados: painel de economia do RaisLife.
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