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Vídeo: Messias, Banco Master e o Senado: o que mudou após o 1º turno
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Vídeo · Política

Messias, Banco Master e o Senado: o que mudou após o 1º turno

RaiRaisLife13 de outubro de 2026

Na noite de 29 de abril, o plenário do Senado rejeitou, pela primeira vez em 132 anos, um indicado ao Supremo Tribunal Federal. Jorge Messias, escolhido por Lula para a vaga de Luís Roberto Barroso, recebeu 34 votos a favor e 42 contra, informou o Senado. A cadeira segue vazia. O caso Banco Master, por sua vez, entrou no debate eleitoral.

A leitura de abril

Naquela semana, um vídeo do canal Código República defendeu que a derrota podia refletir uma convergência maior de interesses, ligando o Senado, a oposição e o caso Master. O vídeo não afirmava a existência de acordo formal. Apontava apenas que vários atores saíram da votação com algum ganho.

O que as urnas mostraram sobre o Master

Levantamento do Estadão, publicado pelo Estado de Minas em 5 de outubro, contou 13 eleitos no 1º turno com alguma ligação citada no caso: 8 deputados federais, 4 senadores e 1 governador. A lista reúne desde menções em investigações até doações e viagens, e menção não equivale a culpa.

Na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro (PL) fez 47,03% dos votos válidos e Lula (PT), 45,16%, segundo o TSE. O Master virou argumento de campanha dos dois lados. Em 11 de outubro, de acordo com o Brasil 247, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, mandou suspender uma peça de propaganda de Lula que associava Flávio ao caso, ao apontar "imputações criminais desprovidas de lastro mínimo".

A vaga de Barroso continua aberta

Desde 29 de abril, a cadeira não tem ocupante.

Segundo a CNN Brasil, reportada pelo Brasil 247 em 6 de outubro, Lula avalia indicar um novo nome logo depois do 2º turno, para que seja votado pelo Senado atual antes da posse da bancada eleita. Os nomes citados são Rodrigo Pacheco, Simone Tebet e o desembargador Ricardo Couto, e Messias aparece como improvável. É uma avaliação reportada. Não há decisão anunciada.

Quem vencer em 25 de outubro e tomar posse em janeiro de 2027 poderá escolher até quatro dos onze ministros do Supremo até 2030, segundo levantamento publicado por A Crítica.

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