Rais LifeVida | Saúde | Negócios
☰
Vídeo: Moro governador: o que ele pode mudar no pedágio do Paraná
Página do vídeo
Vídeo · Política

Moro governador: o que ele pode mudar no pedágio do Paraná

RaiRaisLife13 de outubro de 2026

Sergio Moro foi eleito governador do Paraná em 4 de outubro, no primeiro turno, com 3.127.911 votos, o equivalente a 50,10% dos votos válidos, segundo o TRE-PR e o TSE. Ele assume em janeiro de 2027, sucedendo Ratinho Junior, e o pedágio está entre os temas que mais marcaram a pré-campanha, quando ainda era "possível candidato".

O resultado nas urnas

Sandro Alex (PSD) ficou com 25,37% e Requião Filho (PDT), com 23,47%, de acordo com o TRE-PR. Moro concorreu pela coligação de Podemos, PL e Novo. No mesmo dia, o Paraná deu 59,91% dos votos a Flávio Bolsonaro (PL) para presidente, segundo o TSE.

Pedágio: o que o governador pode e o que não pode

Em entrevista no início de maio, tema de vídeo do canal Código República, Moro afirmou que o paranaense pagou caro demais no modelo anterior e defendeu fiscalização rigorosa das novas concessões. O plano de governo registrado por ele traduz isso em medidas de monitoramento: um sistema público de acompanhamento das concessões, inspirado no Observatório dos Pedágios da Fiep, e uma Agepar com mais capacidade técnica, atuando por convênio com a ANTT para cobrar obras, prazos e qualidade, segundo a Gazeta do Paraná.

Os seis lotes das Rodovias Integradas do Paraná foram estruturados no âmbito federal, com contratos de longo prazo regulados pela ANTT. O Lote 4, por exemplo, teve contrato assinado em 6 de fevereiro de 2026, com duração de 30 anos, informou a Gazeta do Paraná. Pelo desenho dos contratos, o governador estadual não define sozinho nova tarifa, não suspende a cobrança nem retira uma obra do contrato. Cabe a ele monitorar, cobrar e negociar pelos canais previstos.

Energia e Copel

Na mesma entrevista, de maio, Moro disse defender privatizações em geral, mas cobrar qualidade do serviço, e ligou energia confiável à indústria e à inteligência artificial.

O que observar até a posse

Três pontos permitem acompanhar se a pauta do pedágio avança: a saída do papel do sistema público de monitoramento, a ampliação da equipe e do convênio da Agepar com a ANTT, e a primeira reunião formal com a agência e as concessionárias, caso ela traga prazos de obra.

Compartilhar:WhatsAppFacebook

Comentários

Participe da conversa: conte o que achou ou deixe sua pergunta.

Os comentários passam por revisão antes de aparecer.

Mais vídeos

Sua privacidade, suas escolhas

O RaisLife usa cookies de estatística e de anúncios do Google para se manter gratuito. Você pode recusar ou escolher o que permite, a qualquer momento. Política de Privacidade